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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

Haja energia!!!

Quando a esmola é grande, o pobre desconfia...

 

Plano Nacional para a Eficiência Energética prevê a redução de energia em dez por cento até 2015

11.04.2008 - 11h31

O Plano Nacional para a Eficiência Energética prevê a redução do consumo de energia em dez por cento até 2015 e será aprovado na próxima semana, anunciou hoje o primeiro-ministro, durante o debate quinzenal no Parlamento.

José Sócrates declarou que ainda este mês ficará disponível o Fundo para as Energias Renováveis, que envolverá cerca de 70 milhões de euros.

Este fundo destina-se a "apoiar projectos apresentados por múltiplas entidades e a promover a formação avançada no domínio da eficiência energética e das energias renováveis".

Em relação ao Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética, Sócrates referiu que a poupança dos consumos na ordem dos dez por cento, até 2015, "permitirá ultrapassar a meta da União Europeia".

Segundo o primeiro-ministro, a estratégia "contará com os contributos dos vários sectores de actividade, com o Estado a liderar em termos de eficiência, com uma economia induzida de cerca de 12 por cento".Perante os deputados, o primeiro-ministro aproveitou também para fazer um breve balanço da política de energia seguida pelo Governo ao longo dos últimos três anos.

De acordo com Sócrates, nos últimos três anos, o seu executivo "resolveu crises nas empresas participadas pelo Estado, dando-lhes orientações claras", razão pela qual "hoje têm estabilidade accionista e condições de concorrência aberta e leal".

"Estabelecemos parcerias internacionais estratégicas no aprovisionamento de petróleo e gás natural; desenvolvemos infra-estruturas de armazenamento e transporte do gás natural e reforçámos a capacidade de interligação eléctrica com Espanha", sustentou o chefe do Governo.

Ainda na perspectiva de Sócrates, desde 2005, Portugal "acelerou o processo de liberalização do mercado e concretizou efectivamente o MIBEL, que se tornou o segundo mercado regional a ser criado na Europa".

"Este Governo adoptou uma política tarifária que defende os consumidores" e "dinamizou a iniciativa empresarial no sector, com o lançamento de sucessivos concursos para a energia eólica, energia hídrica e para a construção de quatro centrais de ciclo combinado", acrescentou. 

 

Terceira fase do concurso das eólicas irá instalar mais 200 megawatts

11.04.2008 - 10h46

O primeiro-ministro afirmou hoje que será lançada a terceira fase do concurso de potência eólica, envolvendo a instalação de mais de 200 megawatts, e que o Governo criará um Pólo da Competitividade da Energia.Estas medidas foram anunciadas pelo primeiro-ministro na abertura do debate quinzenal, na Assembleia da República, dedicado ao tema das políticas de energia.Sócrates disse que a terceira fase do concurso de potência eólica "terá características próprias", já que se dirigirá a pequenos investidores", tendo "um forte componente local", em que serão privilegiados "projectos situados no interior do país".O primeiro-ministro adiantou depois que o Pólo de Competitividade da Energia "será o segundo a ser criado depois do Pólo da Competitividade da Saúde"."Este pólo associará empresas, universidades e centros de inovação, permitindo a realização de acções conjuntas para a promoção de investigação e desenvolvimento", disse.Ainda sobre a criação deste pólo, o primeiro-ministro referiu que se encontram previstos financiamentos no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), visando a "aproximação entre empresas e unidades de ensino e investigação".

 

Jerónimo de Sousa desafiou o Governo a baixar preço dos combustíveis

11.04.2008 - 12h35

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu hoje “a intervenção” do Governo para baixar os preços dos combustíveis, mas o primeiro-ministro, José Sócrates, rejeitou a ideia porque considera que isso seria à custa do dinheiro dos contribuintes.

“Os portugueses não percebem porque é que o preço do barril do petróleo aumentou 1,5 por cento e o preço da gasolina sobe muito mais”, questionou Jerónimo de Sousa no debate quinzenal com o primeiro-ministro, no Parlamento, hoje centrado na política de energia, por escolha do primeiro-ministro.

O secretário-geral comunista lembrou que as petrolíferas tiveram “lucros fabulosos” de 777 milhões de euros no ano passado, sugerindo que a baixa dos preços se fizesse à sua custa.

A ideia foi recusada pelo primeiro-ministro mas, perante a insistência de Jerónimo de Sousa – “esperemos que no futuro, e face à crise, não tenha que engolir o que disse” –, acabou por dizer: “A não ser que a situação seja de tal forma que tenha um impacto tal num sector que exija a solidariedade dos outros”, disse sem dar mais pormenores.

 

Já agora: quando é que começamos a instalar sistemas de troleicarros nas nossas cidades para ver se começamos a poupar energia e não enviamos CO2 para a atmosfera?

sinto-me:
publicado por ehgarde às 18:33
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2 comentários:
De Miguel Mauricio a 11 de Abril de 2008 às 23:16
Quando o petróleo chegar ao fim,o que acontecerá nos próximos anos e não serão muitos,os chamados bio-combustiveis não nos salvarão. 1º porque com a rápida industrialização da China e da India a procura de combustiveis está em crescimento. 2º quando o pico petrolifero acontecer ( há cientistas que defendem que já aconteceu daí a alta cada vez maior do crude..) a procura superará a oferta e vai encarecer o petróleo a niveis brutais arruinando a economia mundial. 3º as energias alternativas convencionais são optimos complementos mas não se adequam a uma economia de massas. 4º o recurso ao nuclear poderá ser a unica alternativa viável para fazer face à procura desmesurada de energia que o nosso estilo de vida comporta. ( a não ser que queiramos retroceder para o carvão outra vez..) O mundo podemos dizê-lo está metido numa bela alhada mas não há outro caminho,ou aprendemos a nadar com as condições futuras que teremos ou afundamo-nos. Se quiserem ler mais sobre o tema "O fim do petróleo" de James Knustler ou "O sétimo selo" do José Rodrigues dos Santos tem alguma informação correcta sobre este e outros temas relacionados com o futuro energético sombrio da Terra.

miguel78mauricio@iol.pt
De Manuel Rocha a 14 de Abril de 2008 às 10:21
Julgo que seria importante complementar esta leitura da noticia com a leitura do Plano a que se refere. Nomeadamente para que se verifique que existe diferença entre a ideia de que "iremos consumir menos energia", conforme sugere a forma da noticia, e o objectivo do Plano, que considera ganhos de eficiência num cenário de crescimento do consumo. Ou seja, o que o Plano diz é que iremos consumir mais energia. Os 10 % de poupança que se refere reportam para um consumo inferior ao crescimento previsto no caso de sucesso das medidas que se propõe implementar.

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