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Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Pecadores, acautelai-vos!

Placa de 700 a.C. traz relato de 'destruição de Sodoma'

Publicada em 31/03/2008 às 11h49m, o Globo on-line

Cientistas britânicos conseguiram decifrar as inscrições cuneiformes de um bloco de argila datado de 700 a.C. e descobriram que se trata do testemunho feito por um astrônomo sumério sobre a passagem de um asteróide - que pode ter causado a destruição das cidades de Sodoma a e Gomorra.

Conhecido como "Planisfério", o bloco foi descoberto por Henry Layard em meados do século 19 e permanecia como um mistério para os acadêmicos.

O objeto traz a reprodução de anotações feitas pelo astrônomo há milhares de anos.

Utilizando técnicas computadorizadas que simulam a trajetória de objetos celestes e reconstroem o céu observado há milhares de anos, os pesquisadores Alan Bond, da empresa Reaction Engines e Mark Hempsell, da Universidade de Bristol, descobriram que os eventos descritos pelo astrônomo são da noite do dia 29 de junho de 3123 a.C. (calendário juliano).

Segundo os pesquisadores, metade do bloco traz informações sobre a posição dos planetas e das nuvens e a outra metade é uma observação sobre a trajetória do asteróide de mais de um quilômetro de diâmetro.

Impacto

De acordo com Mark Hempsell, pelo tamanho e pela rota do objeto, é possível que este se tratasse de um asteróide que teria se chocado contra os Alpes austríacos, na região de Köfels, onde há indícios de um deslizamento de terra grande.

O asteróide não deixou cratera que pudesse evidenciar uma explosão. Isso se explica, segundo os especialistas, porque o asteróide teria voado próximo ao chão, deixando um rastro de destruição por conta de ondas supersônicas, e se chocado contra a Terra em um impacto cataclísmico.

Segundo os pesquisadores, o rastro do asteróide teria causado uma bola de fogo com temperaturas de até 400 ºC e teria devastado uma área de aproximadamente 1 milhão de quilômetros quadrados.

Hempsell afirma que a escala da devastação se assemelha à descrição da destruição de Sodoma e Gomorra, presente no Velho Testamento, e de outras catástrofes mencionadas em mitos antigos.

O pesquisador sugere ainda que a nuvem de fumaça causada pela explosão do asteróide teria atingido o Sinai, algumas regiões do Oriente Médio e o norte do Egito. Hempsell afirma que mais pessoas teriam morrido por conta da fumaça do que pelo impacto da explosão nos Alpes.

Segundo a Bíblia, Sodoma e Gomorra foram destruídas por Deus como resposta a atos imorais praticados nas cidades. Acredita-se que elas eram localizadas onde hoje fica o Mar Morto.

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publicado por ehgarde às 20:52
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Querido Fisco,

No meu casamento, que se realizou no dia ..., estiveram presentes 120 convidados: 89 adultos, 9 crianças e 2 bebés. A festa teve lugar na Quinta ... do meu padrinho Luís M. que me presenteou a boda (as cópias dos talões do talho, da mercearia e da peixaria seguem em anexo).

A minha tia Alzira S., que é costureira, fez-me o vestido e não cobrou nadinha, mas gastei 60€ em tecidos, 34,5€ nas rendas e bordados e 18,75€ em linhas, botões e alfinetes. As meias e as ligas ficaram por 35€, conforme recibos que envio. O noivo usou o fato da Comunhão Solene com umas ligeiras alterações (a Tia Alzira não cobrou nada).

O meu irmão foi o fotógrafo de serviço. Todas as fotografias foram enviadas aos convidados por e-mail, que imprimirão as que entenderem por sua conta.

Não foi alugada qualquer viatura. Eu fui na Charrete do Sr. José M., que andou comigo ao colo e é como um pai para mim. O Manuel (o noivo) foi de mota: a mota dele que ainda está a acabar de pagar, conforme se comprova com documento.

As flores foram todas do jardim da minha avó Margarida e a minha prima Mariana F. que é uma moça muito prendada fez os arranjos.

A animação da festa esteve a cargo do irmão e dos primos do Manuel, que têm uma banda - os "Sempr'Abrir" que merecem ter sucesso.

Não pudemos aceitar nenhum dos presentes, uma vez que não vinham acompanhados dos recibos.

Os charutos cubanos que um amigo nosso nos trouxe de Cuba ficaram para nós, porque não os declaramos na Alfândega, e assim não os podíamos oferecer para agora provar o seu custo.

Os preservativos comprou-os o Manuel naquelas máquinas que estão longas horas ao Sol (porque é um rapaz muito introvertido), mas que não dão recibos, o que me permite escusar-me a revelar o seu número, não vá, daqui a alguns anos, lembrares-te de cobrar retroactivamente uma taxa pelas que foram dadas na lua de mel.

ass) Maria Julieta Silva Chibo
      
Manuel António Sousa Chibo

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Antes que seja tarde - e qua a linha do Tua seja afogada.

Por todas as razões e mais uma façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para preservar uma das mais belas linhas ferroviárias da Europa: a linha do Tua.

A linha do Tua é uma ferrovia de via métrica que liga a estação da Foz do Tua, inserida na Região do Douro Vinhateiro – Património da Humanidade (UNESCO – 2001), onde passa a Linha do Douro –, à cidade de Mirandela.

É uma obra-prima da engenharia portuguesa com 120 anos de história, cujo arrojo permitiu a passagem dos comboios pelos rochedos quase que intransponíveis do vale do Tua e pelas serras do Nordeste Trasmontano, movimentando todos os anos dezenas de milhares de turistas que aqui vêm de propósito para visitar o vale e viajar no comboio, em união com o turismo no Douro bem assim como milhares de outros passageiros, sobretudo locais, que não dispõem de outro meio de transporte para além do comboio, para as suas deslocações diárias – escola, centro de saúde, feiras.

Em 1990 a parte norte da linha - entre Mirandela e Bragança - foi encerrada ao tráfego e, embora subsista in loco, a sua reabilitação está inviabilizada.

Agora, e não obstante todo o valor que a Linha e o Vale do Tua representam a nível nacional e internacional, o Governo pretende impor, contra o parecer de vários organismos idóneos e contra o bom senso que a todos os governantes é exigido, a construção de uma barragem na foz do Tua, cujas cotas projectadas irão submergir a quase totalidade do restante da linha do Tua.

Uma das formas de colaborar para evitar que tal aconteça é assinar a petição on-line em http://www.petitiononline.com/tuaviva/petition.html dirigida aos Presidentes da República Portuguesa e da Assembleia da República Portuguesa, ao Governo da República Portuguesa, ao Presidente da Comissão Europeia e à UNESCO.

Vá lá, clique! Antes que a água a submerja!!


 

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Domingo, 30 de Março de 2008

Com o passo trocado!

Dependentes da electricidade

Matriz Energética da cidade foi (ante)ontem apresentada pela AdEPorto

A cidade do Porto depende fortemente da energia eléctrica, especialmente para fins de calor, e quase não utiliza o gás natural. A Matriz Energética do concelho, ontem apresentada, revela que os edifícios são os maiores consumidores, seguidos pelos transportes.

O Porto continua a ser essencialmente uma cidade eléctrica, pelo que deve no futuro enveredar por uma “política agressiva” de aumento do gás natural. Na apresentação da Matriz Energética do Porto, o presidente da Agência de Energia do Porto (AdEPorto), Eduardo de OIiveira Fernandes, sublinhou ainda que é necessário “aproximar a cidade do sol”, ou seja, apelar a que se façam edifícios estrategicamente sustentáveis. A meta estabelecida é a de colocar o Porto na mira das 3,5 toneladas de emissões de CO2/capita/ano até 2020.
De acordo com o diagnóstico elaborado, a oferta de energia no concelho é claramente dominada pela electricidade, responsável por cerca de 52 % da energia primária e 50 % das emissões de CO2 (a nível nacional o peso da electricidade é de 44 %). De acordo com a Matriz Energética, esta situação prende-se com “a situação de privilégio que o Porto gozou em relação ao tarifário eléctrico durante cerca de meio século como contrapartida de uma exclusividade eléctrica em correspondência estratégica aos investimentos na hidroelectricidade nas bacias hidrográficas nortenhas”. Destaque-se que o gás natural representa apenas 5 %.

(mais aqui e aqui).

 

Ou seja, quando o Governo anuncia que 45 % da electricidade a ser consumida no país será proveniente de fontes renováveis, a AdEPorto propõe que se passe a gastar... gás natural argelino!

Bolas, que tenho andado este tempo todo com o passo trocado!

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publicado por ehgarde às 22:57
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Sábado, 29 de Março de 2008

Alentejo

Lido num comentário do Público on-line de hoje: «Há um ditado alentejano que diz: lavar a cabeça a burros é gastar sabão.».

A sabedoria popular é muto perspicaz.

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publicado por ehgarde às 19:38
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OVU

Viatura da Câmara de Idanha-a-Nova já anda a óleo vegetal usado

“O Seu Óleo É Música” mostra resultados
Projecto visa alimentar os geradores do Boom Festival, em Agosto, mas há esperança que possa ser expandido a todo o distrito de Castelo Branco

Sexta-Feira, 28 de Março de 2008, Daniel Sousa e Silva

Uma carrinha de caixa aberta da Câmara de Idanha-a-Nova adaptada ao consumo duplo de gasóleo e óleo vegetal usado (OVU) foi, ontem, dada a conhecer pelo brasileiro Paulo Lenhardt, citricultor e membro do Instituto Morro da Cutia de Agroecologia (IMCA). A adaptação da viatura insere-se no projecto “O Seu Óleo É Música”, promovido pela organização do Boom Festival 2008 (dedicado à música electrónica) e município raiano, com vista a recolher OVU nas 17 freguesias do concelho para produzir a energia eléctrica no recinto do evento que se realiza em Agosto próximo.
Álvaro Rocha, presidente do município, considera que o projecto é, “de certo modo, pioneiro no Interior” e encara-o como “uma oportunidade para o nosso território”, admitindo a possibilidade de outras viaturas do município serem convertidas para a dupla utilização de combustíveis.
Para além da componente ambiental, Álvaro Rocha lembrou que “os óleos que chegam às estações de tratamento de águas residuais custam rios de dinheiro”, sendo que “uma forma de minorá-los”.
ADAPTAÇÃO “É MUITO SIMPLES”
A viatura do município idanhense foi adaptada por Paulo Lenhardt, apoiado pelo seu filho, Frederico, para a utilização de OVU como combustível e, segundo o brasileiro, o processo “é muito simples”, pois “bastam conhecimentos básicos de mecânica automóvel”. Demoraram cerca de uma semana, porque não conheciam o modelo em causa, mas no Brasil “costuma fazer-se em dois dias”. O custo da adaptação pode custar “entre 1.000 a 3.000”, dependendo da veículo.
A adaptação não altera a mecânica do motor. Utiliza-se um tanque anexo que é usado para armazenar o óleo vegetal para ser consumido no veículo. O utilizador fica com um sistema flexível, podendo optar pela utilização do gasóleo ou pelo OVU.
Lenhardt mostrou como são feitas as conexões do tanque suplementar ao motor e a forma de refinar o óleo antes de ser usado. Para o uso automotivo, O motor deve ser accionado primeiramente pelo sistema tradicional e só depois, “quando o motor está quente” é feita a troca de sistema de alimentação de combustível.
O consumo é “o mesmo” do gasóleo, só que “a vantagem é que não há praticamente custos e conseguimos retirar do meio ambiente um material danoso à natureza”, sustenta Paulo Lenhardt.
Antes de ser usado, o OVU precisa de passar por um processo de limpeza, feita através de decantação, que retira toda a salinidade existente, e de aquecimento, para deixar o material sem a presença de água.
Durante a tarde de ontem, foi ainda realizada uma recolha de OVU no Lar de Apoio a Idosos da Zebreira e uma visita às instalações de tratamento de OVU, no Estaleiro Municipal idanhense.
Expansão a todo distrito?
Jorge Fialho, porta-voz da organização do Boom Festival, espera que “a pequena vitória” do projecto em Idanha-a-Nova possa ser impulsionador da sua expansão a nível regional. “Numa perspectiva de política ambiental objectiva e sustentável, esperamos possa num futuro próximo ser amplificado a todo o distrito”, para além da área do Geoparque Naturtejo. “Seria um grande passo na valorização da natureza”, auspicia.
A organização do festival diz-se ainda disponível “para aconselhar e executar todo o processo de recolha de óleo vegetal usado, bem como na transformação e adaptação de veículos”, caso existam outras entidades interessadas.

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publicado por ehgarde às 19:04
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Vamos lutar contra a pedofilia!

Está em curso uma petição em http://www.lightamillioncandles.com para acabar com os sites de  pornografia infantil.

A única coisa que vos pedem é para acender uma vela virtual. O objectivo é acender um milhão de velas em 4 meses.

Vamos lutar contra a pedofilia!

Acendam uma vela também!

Eu já acendi a minha...
As crianças agradecem. E o resto do mundo também.

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Au claire de la lune...

Inventor francês teria feito a primeira gravação sonora

Descoberta em Paris antecede em duas décadas ao registro de Thomas Edison, o criador do fonógrafo

Jody Rosen, “New York Times”, 2008.03.28

Por mais de um século, desde que registrou a letra falada de “Mary had a little lamb” (Maria tinha um carneirinho) em uma folha de papel de alumínio, Thomas Edison tem sido considerado o inventor do som gravado. Mas pesquisadores americanos descobriram uma gravação, feita por um obscuro inventor francês, que antecederia em pelo menos duas décadas a criação do fonógrafo de Edison.
A descoberta foi feita por um grupo de engenheiros e historiadores musicais, que encontraram em Paris um arquivo com uma gravação de dez segundos de uma voz feminina interpretando a tradicional canção folclórica “Au Clair de la Lune”.
Segundo eles, a gravação foi feita em abril de 1860, em um fonoautógrafo, um aparelho criado não para reproduzir sons, mas para capturá-los e gravá-los visualmente.
A reprodução do arquivo encontrado, porém, se tornou possível graças ao trabalho dos pesquisadores no Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos.
- Trata-se de uma descoberta histórica. Essa é a primeira gravação sonora conhecida - assegura Samuel Brylawski, diretor da divisão de áudio da Biblioteca do Congresso americano.

Aparelho era considerado uma excentricidade

A identificação desse arquivo pode dar um novo valor ao fonoautógrafo, até então considerado uma excentricidade, e a seu criador, Édouard-Léon Scott de Martinville, que morreu lamentando que Thomas Edison tivesse levado todos os créditos por uma invenção que ele havia criado muito antes.
A invenção de Scott de Martinville possuía uma espécie de trombeta ligada a uma agulha rudimentar que gravava ondas sonoras em folhas de papel tingidas pela fumaça de óleo de lâmpada.
A idéia de Scott de Martinville não era reproduzir sons, mas criar um tipo de manuscrito com registros de gravações humanas que pudessem ser transcritos ou decifrados depois.
Para extrair os sons do arquivo encontrado no manuscrito de mais de um século, os pesquisadores em Berkeley usaram uma agulha virtual e scanners de alta resolução.
A gravação original será apresentada ao público hoje, na conferência anual da Association for Recorded Sound Collections, na Universidade de Stanford, na Califórnia.

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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

Progresso... (será?)

Regime cubano dá sinais de abertura económica

Raul Castro autoriza cubanos a comprar telemóveis

28.03.2008 - 14h47

Raul Castro autorizou os cubanos a possuírem telemóvel, um bem até agora apenas acessível a estrangeiros e funcionários governamentais.

Num comunicado divulgado no jornal oficial “Granma”, a companhia estatal de telecomunicações ETECSA anuncia “estar em condições de oferecer à população o serviço de comunicações móveis”, explicando que os contratos de adesão terão a modalidade de pré-pagamento.
O comunicado refere ainda que estão previstos mecanismos para a regularização de contratos “indirectos”, numa alusão aos cubanos que já dispõem de telemóvel, graças a amigos estrangeiros. A empresa afirma que as receitas deste serviço serão aplicadas no desenvolvimento das tecnologias de comunicação nacionais.
Cuba tinha a mais baixa taxa de penetração de telefones portáteis de toda a América Latina, depois de nos últimos anos se ter verificado uma enorme expansão do sector nos países da região. A ETECSA adianta que o alargamento do serviço à população em geral só foi possível “graças à obtenção de crédito e de tecnologia junto de países amigos”, como é o caso da China.
Apesar dos baixos rendimentos da generalidade da população, há muito que os cubanos esperavam poder ter acesso a telemóveis, um dos vários bens sujeitos às restrições impostas pelo regime castrista e que o novo Presidente se comprometeu a reavaliar aquando da sua tomada de posse, no final de Fevereiro. A 25 de Fevereiro, um dia depois de ter sucedido ao irmão, Raul Castro anunciou o fim das restrições à compra de computadores e televisões.

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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

"Ao sabor do vento" - Novela lisboeta

2008/02/27, Episódio 1: Lisboa
Capital pode vir a ter turbinas eólicas a produzir electricidade
Sá Fernandes pretende que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprove o projecto Wind Parade Lisboa, que visa a colocação de turbinas eólicas na cidade de Lisboa.

O Wind Parade Lisboa 2008 decorre entre Março e Junho e conta com duas fases, a primeira visa sensibilizar os cidadãos para a produção de energia a partir de fontes renováveis enquanto que a segunda destaca uma acção de formação junto das escolas de Lisboa.
O evento caracteriza-se por uma acção de colocação de 15 a 20 turbinas eólicas para produção de electricidade, que depois de injectada na rede, pode ser usada para consumo próprio ou para venda.
Desta forma é possível manter-se o consumo de energia produzida, reduzindo a factura energética e beneficiando o ambiente, uma vez que cada turbina pode poupar até 2,15 toneladas de CO2 por ano, o que constitui uma receita de valores que ronda os 2184 euros por ano por cada turbina instalada.
As turbinas vão ser instaladas entre Maio e Junho em diversos pontos da cidade de Lisboa, escolhidos pelos Serviços Municipais, dando preferência a locais próximos de instalações municipais mas que não provoquem impactos visuais que afectem a vida dos cidadãos.
«As turbinas vão ser cedidas por empresas privadas. Cada empresa é dona de uma turbina que posteriormente é doada à cidade», explicou Phillipe Dewerbe, porta-voz do projecto e da empresa For the Future.
Sá Fernandes sublinha que é do interesse do município participar num evento pioneiro a nível europeu, contribuindo para a boa imagem, nacional e internacional, em questões de energias renováveis.
Phillipe Dewerbe salientou que «o projecto está conceptualmente aprovado pela vereação mas espera-se que exista uma aceitação por todo o executivo municipal. É muito importante garantir um parque eólico à cidade de Lisboa».
Desta forma, Sá Fernandes pretende que a Câmara Municipal de Lisboa delibere a aprovação do protocolo a celebrar entre o município de Lisboa e as empresas «For the Futura» e «Energia Lateral», aceitando a doação gratuita das turbinas no valor de 15 mil euros cada.
O «Wind Parade Lisboa 2008» é promovido pelas empresas «For the Future» e «Energia Lateral» e validado pela «Sustainable Energy Europe» (SEE), com o apoio da «European Wind Energy Association» (EWEA) e a «Associação Portuguesa de Energias Renováveis» (APREN).
Para complementar o evento, será feito um «Road Show» pelas escolas aderentes de Lisboa. Phillipe Dewerbe declarou à agência Lusa que vai ser lançado um concurso entre os alunos e «serão eles que vão decorar as turbinas».

 

2008/02/27, episódio 2:

Sou pessoal e directamente informado que «foi retirado da reunião de hoje do Executivo (para reformulação ou pelo número de críticas feitas?) o Wind Parade Lisboa 2008»

 

2008/03/26 21:27, episódio 3: Proposta não foi votada na reunião de câmara

Sá Fernandes força Wind Parade Lisboa 2008 contra vontade da maioria dos vereadores 
O vereador da CML, José Sá Fernandes, vai mesmo avançar com a realização da Parada Eólica de Lisboa, projecto que pressupõe a instalação de seis a 15 microturbinas que produzem energia eléctrica para equipamento de iluminação da cidade.
Os restantes vereadores manifestaram-se contrários à iniciativa e abandonaram a reunião camarária de hoje em protesto com a posição de José Sá Fernandes, que antes retirara a proposta à votação quando percebeu que a mesma iria ser chumbada.
A proposta não tinha obrigatoriamente de ser votada, pois o vereador tem competências próprias que lhe permitem avançar com a ideia sem a submeter a votação.

2008/03/27 20:37, episódio 4: Após críticas da oposição na autarquia
Sá Fernandes disponível para melhorar proposta do Wind Parade em Lisboa 
José Sá Fernandes mostrou-se hoje disponível para melhorar a proposta de realização do Wind Parade em Lisboa, afirmando que terá em conta os "contributos" da oposição na câmara municipal, que a rejeitou em bloco.
Em declarações aos jornalistas nos Paços do Concelho, o vereador apoiado pelo Bloco de Esquerda escusou-se, contudo, a revelar se voltará a submeter a proposta para a realização do evento de sensibilização ambiental à autarquia ou se será decidida por despacho do presidente, António Costa.
A proposta, que prevê a instalação de 15 microturbinas eólicas na cidade, foi apresentada por Sá Fernandes ao executivo municipal ontem. Como a oposição declarou o seu voto contra, António Costa sugeriu a Sá Fernandes que retirasse a proposta, alegando ter poder para a concretizar no âmbito das suas competências.
A oposição no executivo camarário reagiu com acusações de autoritarismo e falta de democracia, com os vereadores do PSD a abandonarem a sala em protesto, levando ao fim antecipado da reunião.
A legalidade de uma decisão por despacho do presidente foi hoje questionada pelos vereadores sociais-democratas e comunistas. "Devemos reflectir e ver como esta ideia deve ir para a frente. Ouvi com muita atenção as coisas que foram ditas e há aspectos que podem ser melhorados", disse Sá Fernandes aos jornalistas, acrescentando que está, por exemplo, disponível para desligar os equipamentos durante a noite, como forma de minimizar o seu impacto sonoro.
Questionado sobre a eventual apresentação de uma proposta reformulada à câmara, o vereador do Bloco de Esquerda afirmou que "está tudo em aberto".
Num comunicado divulgado esta tarde, Sá Fernandes afirma que vai ter em conta os "contributos" das forças da oposição manifestados na reunião de quarta-feira e garante que o "novo modelo" de concretização da Wind Parade será "dado a conhecer à câmara".
No entender de Sá Fernandes, "toda a oposição reconheceu a importância deste projecto e a sua essência positiva" no papel de sensibilização para as energias alternativas que cabe à Câmara da capital.
Sá Fernandes alega ter retirado a proposta para "não inviabilizar a ideia" e para criar a possibilidade de "maior reflexão", argumentando que a retirada de propostas "é um facto normal e usual" já praticado por "todos os grupos políticos representados na câmara".

 

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