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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Petróleo, fonte renovável de energia...

E esta, heim?!?

Laboratório

Cientistas americanos produzem petróleo a partir de bactérias

Sol, EC com CNN

Uma empresa de bio-teconologia norte-americana está a produzir petróleo graças ao produto da digestão de uma bactéria. E não é um bacilo qualquer, é a perigosa bactéria E.coli. 

Produzir petróleo sem ter de esperar 100 milhões de anos é um dos objectivos de cientistas desde há vários anos, e finalmente um laboratório parece ter encontrado uma luz ao fundo do túnel.

A empresa californiana de biotecnologia LS9 inc., está a produzir petróleo através de bactérias, essencialmente o perigoso bacilo E.coli, que causa várias doenças aos seres humanos, como gastroenterites.

Sendo um produto orgânico decomposto, cedo se percebeu que descobrir uma forma de acelerar o processo é a solução para tornar o petróleo uma energia renovável.

E como entram as bactérias na equação? Da forma mais simples. Os cientistas descobriram que os excrementos de algumas bactérias são uma forma simples de petróleo, gasóleo até, se bem que microscopicamente pequena também, para já. No entanto, o laboratório da Califórnia já conseguiu produzir alguns barris, o que leva a crer que poderá ser uma solução rentável no futuro.

As bactérias E.coli usadas são alimentadas com açucar de plantas e os seus excrementos, um líquido muito semelhante a gasóleo, são recolhidos depois. Um processo que tem algumas semelhanças com a milenar produção tradicional de cerveja.

Até se conseguir manter uma produção industrial contínua falta muito tempo, mas as vantagens já existem. O produto da LS9, que começou a ser desenvolvido na garagem de um dos cientistas, não contém as substâncias potencialmente cancerígenas de outros combustíveis. 

E pode ser atingido sem recorrer a plantas que entrem na cadeia alimentar humana ou de animais domésticos, ao contrário do milho, por exemplo, que pode ser usado para fazer etanol mas tal pode ser eticamente incorrecto quando é a base da alimentação de populações.

 

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publicado por ehgarde às 00:53
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Alô? Estás por aí à escuta? Transmite!

Automóveis vão comunicar entre si

A Comissão Europeia acaba de libertar as frequências de rádio indispensáveis à entrada em funcionamento de uma rede de comunicação entre veículos. O objectivo é reduzir a sinistralidade automóvel.

João Ramos - Expresso, Quinta-feira, 7 de Ago de 2008 | 20:52

Bruxelas deu luz verde a uma velha aspiração da indústria automóvel, ao anunciar no dia 5 de Agosto a reserva de uma banda de frequência (5,85 a 5,92 GHz) para os sistemas de comunicações sem fios entre veículos.

Uma aplicação que será particularmente útil quando um automóvel avaria e fica imobilizado numa curva sem visibilidade. Com a tecnologia WAVE (Wireless Access for the Vehicular Envoronment) estiver a funcionar - 2013 é a data prevista - os condutores dos veículos são avisados a tempo de evitar uma colisão porque são alertados para a existência de um obstáculo algumas centenas de metros à frente.

Outra aplicação possível do sistema é o aviso da existência de engarrafamentos.

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Mais chinesices!!!

O show-off é tão importante... 

Nova polémica com a abertura das olimpíadas

Criança que cantou na abertura dos jogos fez 'playback'

Lin Miaoke encantou o mundo quando cantou na abertura dos Olímpicos, mas, afinal, a criança limitou-se a fazer 'playback'. É que a organização entendeu que a menina que gravou o original não tinha uma cara suficientemente bonita para aparecer e isso era "uma questão de interesse nacional".

21:07 | Terça-feira, 12 de Ago de 2008
Criança que cantou na abertura dos jogos fez 'playback' Yang Peiyi (à esquerda) e Lin Miaoke (à direita)

Yang Peiyi (à esquerda) e Lin Miaoke (à direita)

Há uma nova polémica com a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos. Depois de se ter descoberto que as imagens aéreas do fogo de artifício transmitidas na televisão foram criadas por um programa de computador. Agora, soube-se que a criança que cantou a canção, Lin Miaoke, estava na realidade a fazer 'playback'.

A menina da voz original, Yang Peiyi, não tinha uma cara suficientemente bonita para aparecer no evento transmitido para todo o mundo. "Foi uma questão de interesse nacional", disse Chen Qigang, responsável musical da cerimónia numa entrevista na rádio nacional

"A menina devia ter uma imagem perfeita e capaz de transmitir emoções", avança o mesmo responsável, numa tentativa de justificar a decisão que está a causar polémica.

Fogo de artifício criado em computador

A polémica do 'playback' surge dois dias depois de ter sido descoberta a primeira mentira da cerimónia: as imagens do que seriam pegadas respresentadas em fogo de artifício - que caminharam no céu e foram transmitidas pelo mundo inteiro -, não só não eram reais, como foram metidas no meio do suposto directo televisivo da cerimónia de abertrurda dos jogos.

O jornal inglês "Telegraph" afirma que as imagens de fogo de artifício que correram o mundo foram criadas por computador. Mas aqui, a China diz que o fez por "questões de segurança".

O fogo de artifício foi de facto disparado para o ar, mas "seria perigoso captar as imagens". Daí que os anfitriões chineses tenham decidido criar durante um ano, um programa de computador que pudesse mostrar ao mundo aquilo que os espectadores do 'Ninho de pássaro' viam.

O truque foi revelado por um jornal chinês, o "Beijing Times", no fim-de-semana a seguir à cerimónia de abertura. Gao Xiaolong, responsável pelos efeitos visuais da cerimónia, revelou que levou quase um ano a criar a ilusão de 55 segundos.


Ver também aqui

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publicado por ehgarde às 22:20
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Biodiesel não reúne consenso

Economia

Biodiesel não reúne consenso

REIS PINTO

A utilização de biocombustíveis (combustível de origem biológica, que pode ser obtido a partir de plantas oleaginosas, lixo orgânico, biomassa ou algas, entre outras fontes) não está a ser consensual.

À euforia inicial, por tratar-se de uma fonte de energia renovável, aparentemente com um balanço de CO2 neutro em que apenas se somavam vantagens, sucedeu-se um período de descrédito.

Sucessivas campanhas pró e contra os biocombustíveis têm deixado as suas marcas na opinião pública e mesmo a União Europeia tem dúvidas. Até à crise dos alimentos, que fez disparar o preço dos cereais, a UE pretendia que, até 2020, 10 % dos combustíveis consumidos na Europa proviessem de fontes renováveis.

Um objectivo que está a ser repensado, apesar dos recentes avanços no domínio da fabricação dos biocombustíveis, nomeadamente através do aproveitamento da biomassa. Assim podem ser utilizados papel, galhos e folhas decorrentes da poda de árvores, embalagens de cartão, etc.

Como primeira consequência, no nosso país, as fábricas portuguesas de biocombustíveis estão praticamente paradas. A Prio, do grupo Martifer, já dispõe de alguns postos de abastecimentos próprios, que lhe têm permitido escoar alguma da sua produção.

No entanto, como notam alguns especialistas, na União Europeia menos de 1 % da produção de cereais e oleaginosas tem sido utilizada para o fabrico de biocombustíveis, sendo que se prevê para este ano um aumento na produção de cereais.

Por outro lado, o Brasil, que há décadas produz etanol a partir de cana de açúcar (utilizando-o como combustível primário ou misturando-o com gasolina) tem mantido os seus fluxos normais de exportação. Isto apesar de metade da sua produção de cana-de- açúcar ser utilizada para fabricar etanol.

Sublinhe-se que qualquer veículo a diesel pode usar o biodiesel puro ou misturado em qualquer proporção com gasóleo de origem fóssil, não sendo necessária qualquer modificação nos motores.

Nos combustíveis alternativos há ainda a salientar os óleos vegetais usados. Quando lançados para a rede de esgotos provocam problemas ambientais, nomeadamente a contaminação das águas e dos solos. Mas, com algumas alterações, praticamente todos os motores diesel o podem utilizar como combustível.

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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

A casa do Et verde?

Novata em astronomia descobre objeto cósmico

Plantão | Publicada em 06/08/2008 às 07h41m

Hanny's VoorweepUma holandesa iniciante em astronomia descobriu um novo objeto cósmico enquanto observava imagens de telescópio a partir de um site da internet.

A professora Hanny Van Arkel, de 25 anos, deparou-se com uma estranha bolha gasosa quando navegava pelo site Galaxy Zoo, que faz parte de um projeto que permite ao público fazer pesquisas espaciais a partir da rede.

Um dos objetivos é classificar objetos cósmicos dentro das galáxias catalogadas pelo website.

Ao não conseguir encaixar a bolha gasosa nos padrões galácticos estabelecidos pelo Galaxy Zoo, Hanny Arkel comunicou o webmaster. Ele, então, entrou em contato com astrônomos ligados ao projeto, que decidiram investigar.

Os especialistas descobriram que o objeto gasoso verde era realmente único e teria captado sua energia a partir da luz emitida por um quasar - uma radiação poderosa proveniente de um buraco negro gigante.

Paixão por música

Os astrônomos chamaram o objeto de Hanny's Voorweep (Objeto da Hanny, em holandês).

A professora, que mora perto da cidade de Maastricht, disse à BBC News não ter qualquer experiência em astronomia.

Ela contou que sua paixão por música lhe levou a ler o livro Bang! A história Completa do Universo (em tradução literal), escrito pelo guitarrista do Queen, Brian May, e os apresentadores do programa Sky at Night, da BBC, Chris Lintott e Sir Patrick More.

A obra a encorajou a fazer parte do Galaxy Zoo, afirmou Hanny.

Um dos astrônomos envolvidos na identificação do Hanny's Voorweep, Chris Lintott disse ter intenção de continuar estudando o objeto a partir de monitoramentos que serão feitos pelo Telescópio Espacial Hubble a partir de outubro.

Lintott acredita que o objeto faça parte de uma galáxia que não produziu estrelas brilhantes o suficiente para serem vistas da Terra.

Os astrônomos dizem estar intrigados com o buraco no meio da bolha gasosa. O orifício pode ter sido formado por um jato de partículas que viajaram a uma velocidade próxima a da luz e que teriam se chocado com a bolha.

Eles ainda explicaram que a cor verde do objeto é causada por oxigênio ionizado.

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Energia celestial

Energia

Santuário do Gerês utiliza painéis solares para aquecer peregrinos

08.08.2008 - 16h36 Lusa

http://bp2.blogger.com/_zqzuArr7zEs/RvcCR26OVII/AAAAAAAADHg/qjEcLFInOYo/s1600-h/Geres+045.jpgNo Santuário de S. Bento da Porta Aberta, na serra do Gerês, a enfermaria dos peregrinos e a casa pastoral já são totalmente alimentados com energia solar", disse hoje fonte da Irmandade que gere o espaço religioso.

A instalação de doze painéis solares térmicos custou à Irmandade do Santuário de S. Bento da Porta Aberta 24 mil euros, disse Fernando Monteiro, Juíz da Irmandade de S. Bento da Porta Aberta.

"É um investimento que diminuirá em 50 por cento a despesa anual do consumo energético", referiu Abílio Vilaça, tesoureiro da irmandade.

Para além da energia necessária para o funcionamento da enfermaria e da casa pastoral, os painéis vão ainda garantir os processos de climatização e águas sanitárias.

"Pela enfermaria, passaram em 2007, mais de 4500 peregrinos", daí a escolha da estrutura para receber os primeiros painéis solares. "Este sistema permite-nos prestar um melhor serviço aos peregrinos que precisam de banhos e água quente a todo o momento pois estão sujeitos a quedas e entorses durante a peregrinação até ao santuário", sublinhou Fernando Monteiro.

A peregrinação anual de S. Bento da Porta Aberta, em Terras do Bouro no Gerês, inicia-se no dia 10 de Agosto.

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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

Cada vez mais do mesmo

Não deixa de ser curioso (e triste) o facto de ser cada vez mais do mesmo: a não ser uma tímida hipótese de "extensão das linhas do metro" (para quando? 10 anos?) não há qualquer referência à tracção eléctrica urbana (não esquecer que Porto e Lisboa tiveram enormes redes de carros eléctricos, a primeira resumida a mera exploração turística e a segunda agora com o estatuto de "espécie fortemente ameaçada de extinção" - só gás e diesel.

Além de agravamentos e proibições.

Ambiente

Medidas para melhorar qualidade do ar devem estar escolhidas até meados de 2009

07.08.2008 - 14h36 Lusa

Portagens diferenciadas, aumento dos corredores BUS e a introdução de mais autocarros a gás natural são apenas das medidas possíveis para melhorar a qualidade do ar na Região de Lisboa e Vale do Tejo e Região Norte. O secretário de estado do Ambiente acredita que as medidas a aplicar devem estar escolhidas até meados de 2009.
"O objectivo essencial é defender a saúde de todos nós.

Temos problemas graves de qualidade do ar no Grande Porto e na Grande Lisboa. Houve estudos feitos para as duas áreas que elencaram medidas possíveis. As entidades responsáveis por aquelas várias medidas têm que decidir quais querem adoptar", comentou hoje o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.

Com a coordenação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, as câmaras municipais, transportadoras e concessionários de auto-estradas ou pontes vão seleccionar que medidas consideram mais eficazes para que seja aprovado um Programa de Execução concreto, especificou Humberto Rosa.

No caso da introdução de portagens diferentes consoante a ocupação dos veículos, Humberto Rosa explicou que essa medida teria de ser avaliada por diferentes entidades. No cenário de esta medida ser pensada, por exemplo, para a Ponte 25 de Abril, o assunto teria de ser debatido entre o Ministério das Obras Públicas, as câmaras de Almada e Lisboa e o concessionário da ponte.

Humberto Rosa escusou-se a elencar quais as medidas mais prioritárias, embora considere que a grande maioria delas é "muito eficiente".

"Não há uma pré-decisão daquelas medidas que o Governo entenda que devem ser aplicadas, mas vejo como provável que as entidades competentes as possam vir a adoptar".

Ana Paula Vitorino diz que portagens urbanas são possíveis mas não prioritárias

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, assegurou hoje que a introdução de portagens diferenciadas e urbanas em Lisboa é uma medida possível, mas não é prioritária e só será utilizada em último caso.

"É possível, é uma medida que vem em qualquer manual de mobilidade sustentável. Já foi aplicada em algumas cidades, como em Londres, mas estamos numa fase em que muitas medidas existem ainda antes de ter que chegar a essa. Será só numa situação limite", afirmou.

Ana Paula Vitorino falava em conferência de imprensa no final da reunião do Conselho de Ministros, após questionada pelos jornalistas sobre uma portaria que determina a execução de medidas previstas num estudo sobre a qualidade do ar na região de Lisboa e Vale do Tejo.

A secretária de Estado disse que a introdução de portagens urbanas e diferenciadas "é o limite da actuação quando tudo o resto já falhou".

Ana Paula Vitorino referiu que os valores limite da poluição do ar foram ultrapassados na região de Lisboa e Vale do Tejo, em particular a norte, e que a principal razão foi "o excesso de utilização de viaturas particulares".

"Há outras medidas em curso para melhorar o problema, como a extensão das linhas do metro, e outras que ainda não estão em curso mas já foi dada a orientação para que se concretizem, como o aumento dos corredores BUS e a introdução de mais autocarros a gás natural", afirmou.

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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Outra visão do carro eléctrico

Afinal corre tudo sobre rodas...

(Aqui há gato!)

Automóvel: Negociações entre consórcio da Renault-Nissan e o Governo corre "a bom ritmo" - Manuel Pinho

2008-08-04 19:46:53 - ICO/Lusa/Fim

Lisboa, 04 Ago (Lusa) - As negociações entre o consórcio liderado pela Renault-Nissan e o Governo para estudar o modelo de mobilidade dos carros eléctricos estão a correr "a bom ritmo", garantiu hoje o ministro da Economia.

Em declarações à Lusa, Manuel Pinho afirmou que as negociações estão a ser concluídas e a correr "conforme esperado" por ambas as partes e salientou que "o esforço português tem sido muito elogiado a nível internacional".

O consórcio apresentado no início de Julho para estudar o modelo de mobilidade dos carros eléctricos em Portugal envolverá a EDP, empresas da rede de auto-estradas, supermercados e o sector da banca.

De acordo com Manuel Pinho, o prazo de quatro meses dado na ocasião para a conclusão dos trabalhos deste consórcio deverá ser respeitado.

As empresas do consórcio irão estudar em que moldes irá nascer no país a rede de infra-estruturas necessárias para trocar ou carregar as baterias utilizadas por este tipo de veículos, que deverão chegar ao mercado português em 2010/2011. "O nosso objectivo é criar as bases de uma plataforma que introduza em larga escala os veículos movidos a motor eléctrico de forma a reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e diminuir as emissões de carbono", disse o ministro.

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Viva a idiotice!

Ora aí está: o que é bom deve manter-se. Nem que 99 % das pessoas sofram para que 1 % se divirta! Viva a idiotice!!! 

Ferrari bio-fuel

04-08-2008 10:30:00 - Rebecca Cook/Reuters

A Ferrari aderiu aos veículos movidos a energias alternativas e reconhece a importância de ser amiga do ambiente. Esta versão bio-fuel do seu F430 Spider pretende dar resposta à onda de críticas encabeçadas por organizações ambientalistas, que condenam os construtores de automóveis desportivos por continuarem a fabricar veículos que consomem várias vezes mais do que um utilitário e emitem muito mais gases para a atmosfera do que o desejável. Mas a Ferrari, a Lamborghini e seus rivais defendem que desenvolvem uma arte que precisa de ser protegida.

 

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Ora bolas!!!

 Ora bolas! E eu, que pelas notícias anteriores, já via o Renault-Nissan a circular por essas inúmeras AE's que rasgam de lés-a-lés nosso jardim à beira-mar plantado!  

Investimento industrial da Renault-Nissan em risco

Carro eléctrico sem impacto na economia
04.08.2008 - 09h07 - Por Lurdes Ferreira

Daniel Rocha (arquivo "Público")

Empresas interessadas na rede logística de baterias estão insatisfeitas com a pequena dimensão do projecto e com a perspectiva de exclusividade para o grupo de Carlos Ghosn

A fasquia para a introdução dos carros eléctricos em Portugal pode ficar abaixo do seu "patamar mínimo" e não ter impacto na indústria nacional.

O PÚBLICO apurou que as negociações com a Nissan-Renault, para uma parceria para estes veículos limpos, se encaminham para uma versão "reduzida", ficando-se apenas pela sua comercialização, sem qualquer produção industrial associada.

O risco de desmobilização de várias empresas portuguesas, que se propunham avançar com uma rede logística de carregamento e substituição de baterias para os carros eléctricos, também é considerado real por parte de alguns dos seus promotores.

Apontam-se, neste momento, vários pontos de pressão, incluindo-se uma crítica ao ministro da Economia, Manuel Pinho, por deixar cair esta oportunidade para captar novo investimento industrial.

As negociações entre o Governo português e a Renault-Nissan arrancaram em Março, visando uma série de investimentos que acelerassem a investigação, desenvolvimento e produção de carros eléctricos, de componentes, nomeadamente motores e baterias, sendo para isso necessárias também infra-estruturas específicas que os projectos automóveis convencionais não incluem. Este era o plano "óptimo".

O "patamar mínimo", nestes termos, limitar-se-ia, na perspectiva portuguesa, à produção de baterias, implicando um provável aumento da produção da fábrica de Cacia. No final de Junho, já se reconhecia o risco de esse objectivo não se encaixar nos planos do construtor, que excluiria Portugal da rota prioritária de países europeus com os quais quer formar parcerias para a investigação e desenvolvimento destes seus novos modelos ainda centrados na utilização citadina.

Em cima da mesa está agora uma versão que, para quem conhece as negociações, é um projecto basicamente de "retalho" - importação e venda de carros eléctricos da Nissan-Renault -, com alguma antecipação em relação à concorrência e para o qual o construtor quer rede logística exclusiva e incentivos para o projecto.

O protocolo assinado dia 9 de Julho passado entre o primeiro-ministro, José Sócrates, e o líder da Nissan-Renault, Carlos Ghosn, já é nesse sentido que vai. O estudo de viabilidade do projecto, que deverá ser conhecido em Novembro, aponta para a importação de quatro mil veículos em 2011.

Dentro do consórcio formado pela EDP, Galp, Brisa, Efacec, Martifer, Jerónimo Martins e Sonae, para a construção da rede de recarregamento e substituição das baterias eléctricas, o clima é de cepticismo. Feitas as contas, a perspectiva de uma rede logística para apenas quatro mil veículos, quando inicialmente se falava numa margem entre quatro mil a onze mil carros, acrescendo o facto de a Renault-Nissan querer um sistema exclusivo, não agrada.

"Não tem dimensão, ninguém vai fazer [a rede] e não faz sentido ser exclusiva de uma marca. O sistema deve ser aberto", defende um dos gestores ligado ao projecto, esperando que o Governo associe outras marcas à iniciativa, nomeadamente a VW e a BMW, também a desenvolverem veículos híbridos.

As empresas alertam ainda para o risco de os municípios olharem para este tipo de projectos como uma nova fonte de receita, o que pode onerar o custo do investimento e o acesso ao financiamento.

Apesar de contactado o gabinete do ministro da Economia, não foi possível obter qualquer comentário de Manuel Pinho por se encontrar em férias.

Menos receita fiscal

O investimento em carros eléctricos tem duas grandes implicações, o que faz com que as políticas governamentais o tratem ainda com desconforto: seca a receita fiscal que o sector automóvel garante ao Orçamento do Estado e exige outros investimentos a montante, nomeadamente na rede eléctrica, de modo a garantir que a energia fornecida às baterias é também limpa e não produzida a partir do carvão e do gás natural.

Quantos mais carros eléctricos circularem, menos o Estado cobra em Imposto sobre Veículos (os carros eléctricos estão isentos) e Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (não usam combustíveis fósseis), responsáveis por cerca de 10 por cento das receitas fiscais totais.

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publicado por ehgarde às 14:04
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