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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Biodiesel não reúne consenso

Economia

Biodiesel não reúne consenso

REIS PINTO

A utilização de biocombustíveis (combustível de origem biológica, que pode ser obtido a partir de plantas oleaginosas, lixo orgânico, biomassa ou algas, entre outras fontes) não está a ser consensual.

À euforia inicial, por tratar-se de uma fonte de energia renovável, aparentemente com um balanço de CO2 neutro em que apenas se somavam vantagens, sucedeu-se um período de descrédito.

Sucessivas campanhas pró e contra os biocombustíveis têm deixado as suas marcas na opinião pública e mesmo a União Europeia tem dúvidas. Até à crise dos alimentos, que fez disparar o preço dos cereais, a UE pretendia que, até 2020, 10 % dos combustíveis consumidos na Europa proviessem de fontes renováveis.

Um objectivo que está a ser repensado, apesar dos recentes avanços no domínio da fabricação dos biocombustíveis, nomeadamente através do aproveitamento da biomassa. Assim podem ser utilizados papel, galhos e folhas decorrentes da poda de árvores, embalagens de cartão, etc.

Como primeira consequência, no nosso país, as fábricas portuguesas de biocombustíveis estão praticamente paradas. A Prio, do grupo Martifer, já dispõe de alguns postos de abastecimentos próprios, que lhe têm permitido escoar alguma da sua produção.

No entanto, como notam alguns especialistas, na União Europeia menos de 1 % da produção de cereais e oleaginosas tem sido utilizada para o fabrico de biocombustíveis, sendo que se prevê para este ano um aumento na produção de cereais.

Por outro lado, o Brasil, que há décadas produz etanol a partir de cana de açúcar (utilizando-o como combustível primário ou misturando-o com gasolina) tem mantido os seus fluxos normais de exportação. Isto apesar de metade da sua produção de cana-de- açúcar ser utilizada para fabricar etanol.

Sublinhe-se que qualquer veículo a diesel pode usar o biodiesel puro ou misturado em qualquer proporção com gasóleo de origem fóssil, não sendo necessária qualquer modificação nos motores.

Nos combustíveis alternativos há ainda a salientar os óleos vegetais usados. Quando lançados para a rede de esgotos provocam problemas ambientais, nomeadamente a contaminação das águas e dos solos. Mas, com algumas alterações, praticamente todos os motores diesel o podem utilizar como combustível.

sinto-me:
publicado por ehgarde às 22:28
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