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Sábado, 29 de Março de 2008

Au claire de la lune...

Inventor francês teria feito a primeira gravação sonora

Descoberta em Paris antecede em duas décadas ao registro de Thomas Edison, o criador do fonógrafo

Jody Rosen, “New York Times”, 2008.03.28

Por mais de um século, desde que registrou a letra falada de “Mary had a little lamb” (Maria tinha um carneirinho) em uma folha de papel de alumínio, Thomas Edison tem sido considerado o inventor do som gravado. Mas pesquisadores americanos descobriram uma gravação, feita por um obscuro inventor francês, que antecederia em pelo menos duas décadas a criação do fonógrafo de Edison.
A descoberta foi feita por um grupo de engenheiros e historiadores musicais, que encontraram em Paris um arquivo com uma gravação de dez segundos de uma voz feminina interpretando a tradicional canção folclórica “Au Clair de la Lune”.
Segundo eles, a gravação foi feita em abril de 1860, em um fonoautógrafo, um aparelho criado não para reproduzir sons, mas para capturá-los e gravá-los visualmente.
A reprodução do arquivo encontrado, porém, se tornou possível graças ao trabalho dos pesquisadores no Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos.
- Trata-se de uma descoberta histórica. Essa é a primeira gravação sonora conhecida - assegura Samuel Brylawski, diretor da divisão de áudio da Biblioteca do Congresso americano.

Aparelho era considerado uma excentricidade

A identificação desse arquivo pode dar um novo valor ao fonoautógrafo, até então considerado uma excentricidade, e a seu criador, Édouard-Léon Scott de Martinville, que morreu lamentando que Thomas Edison tivesse levado todos os créditos por uma invenção que ele havia criado muito antes.
A invenção de Scott de Martinville possuía uma espécie de trombeta ligada a uma agulha rudimentar que gravava ondas sonoras em folhas de papel tingidas pela fumaça de óleo de lâmpada.
A idéia de Scott de Martinville não era reproduzir sons, mas criar um tipo de manuscrito com registros de gravações humanas que pudessem ser transcritos ou decifrados depois.
Para extrair os sons do arquivo encontrado no manuscrito de mais de um século, os pesquisadores em Berkeley usaram uma agulha virtual e scanners de alta resolução.
A gravação original será apresentada ao público hoje, na conferência anual da Association for Recorded Sound Collections, na Universidade de Stanford, na Califórnia.

sinto-me:
publicado por ehgarde às 16:18
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