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Domingo, 30 de Março de 2008

Com o passo trocado!

Dependentes da electricidade

Matriz Energética da cidade foi (ante)ontem apresentada pela AdEPorto

A cidade do Porto depende fortemente da energia eléctrica, especialmente para fins de calor, e quase não utiliza o gás natural. A Matriz Energética do concelho, ontem apresentada, revela que os edifícios são os maiores consumidores, seguidos pelos transportes.

O Porto continua a ser essencialmente uma cidade eléctrica, pelo que deve no futuro enveredar por uma “política agressiva” de aumento do gás natural. Na apresentação da Matriz Energética do Porto, o presidente da Agência de Energia do Porto (AdEPorto), Eduardo de OIiveira Fernandes, sublinhou ainda que é necessário “aproximar a cidade do sol”, ou seja, apelar a que se façam edifícios estrategicamente sustentáveis. A meta estabelecida é a de colocar o Porto na mira das 3,5 toneladas de emissões de CO2/capita/ano até 2020.
De acordo com o diagnóstico elaborado, a oferta de energia no concelho é claramente dominada pela electricidade, responsável por cerca de 52 % da energia primária e 50 % das emissões de CO2 (a nível nacional o peso da electricidade é de 44 %). De acordo com a Matriz Energética, esta situação prende-se com “a situação de privilégio que o Porto gozou em relação ao tarifário eléctrico durante cerca de meio século como contrapartida de uma exclusividade eléctrica em correspondência estratégica aos investimentos na hidroelectricidade nas bacias hidrográficas nortenhas”. Destaque-se que o gás natural representa apenas 5 %.

(mais aqui e aqui).

 

Ou seja, quando o Governo anuncia que 45 % da electricidade a ser consumida no país será proveniente de fontes renováveis, a AdEPorto propõe que se passe a gastar... gás natural argelino!

Bolas, que tenho andado este tempo todo com o passo trocado!

sinto-me:
publicado por ehgarde às 22:57
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