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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Toyota Prius 2010

 Híbridos mais apetecíveis

Toyota Prius 2010

A nova geração Prius não é propriamente um gadget de meter no bolso ou na carteira, mas é certamente um objecto de desejo para quem tem preocupações ecológicas. Apresentada no Salão de Genebra, esta nova geração pretende tornar mais apetecíveis os híbridos em que a Toyota tem vindo a apostar, agora com um sistema Hybrid Synergy Drive quase totalmente redesenhado para criar um conjunto mais compacto e mais leve.
O design foi também refrescado, com uma carroçaria de linhas mais dinâmicas e um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25 Cd, mas os principais ganhos estão na potência que aumenta em 22 % face à actual linha enquanto as emissões de CO2 são reduzidas em 14 %. 
Esta nova geração só deve chegar ao mercado no segundo semestre deste ano e o preço ainda não foi revelado.

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publicado por ehgarde às 17:48
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Depois de casa roubada...

... trancas à porta.

Corroborando e reforçando o comentário de um dos leitores do Público [16.02.2009 - 13h12 - Anónimo, Lisboa]: houve pressa em extinguir, nas cidades de Lisboa, do Porto, de Coimbra e de Braga, os transportes eléctricos colectivos que aí circulavam (carros eléctricos e troleicarros).

Agora poucos sobraram: menos de meia dúzia de linhas de carro eléctrico em Lisboa e no Porto (que andam sempre "às moscas") e um reduzido e caduco sistema de troleicarros em Coimbra.

Agora é o "ai-Jesus"...

Troleicarro de Coimbra (Foto Fábio Pires)


Governo prepara medidas para reduzir excessiva poluição do ar

Lisboa e Porto vão ter faixas especiais para carros com mais de um ocupante

16.02.2009 - 09h40 Ricardo Garcia
Os acessos a Lisboa e ao Porto poderão ter, já este ano, faixas reservadas a veículos que circulem com mais de um ocupante. A medida consta de um pacote de iniciativas supramunicipais que o Governo está a ultimar, com vista a reduzir a excessiva poluição do ar nas duas zonas metropolitanas e encerrar um processo da Comissão Europeia contra Portugal.
O pacote é complementado com uma série de outras acções a cargo de várias câmaras municipais. Doze delas assinam, hoje, protocolos neste sentido com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (ver outro texto).
As chamadas "vias de alta ocupação" funcionam como faixas bus, mas estão destinadas a mais veículos. Em estudo está a sua utilização por automóveis ligeiros particulares que transportem mais de um ocupante, bem como carros eléctricos ou híbridos, além de autocarros.
Os detalhes e as datas ainda não estão definidos, mas a implantação do sistema ocorrerá inicialmente em regime de teste. "O que temos em vista é tê-los em pelo menos alguns eixos, em períodos experimentais", afirma o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa. "Espero que seja ao longo deste ano", completa. Já existem experiências do género, por exemplo, no Canadá e nos Estados Unidos.
Do pacote de medidas constam também zonas de emissões reduzidas, onde não poderão circular camiões que poluam acima de um determinado nível. Os veículos mais poluentes poderão instalar filtros de partículas, mas esta é uma alternativa que ainda terá de ser testada. 
Para o Norte, está em estudo - numa fase mais embrionária - a fixação de normas de qualidade do ar para as lareiras, que são uma fonte importante de poluição atmosférica. O nível de poluição em algumas zonas de Lisboa e do Porto é extremamente elevado.
O ponto mais problemático é a Avenida da Liberdade, em Lisboa. Em 2005, o nível de partículas no ar - causadoras de problemas respiratórios - excedeu o limite legal em 182 dias, ou seja, metade do ano. A legislação europeia permite, no máximo, 35 dias. Os valores baixaram nos anos seguintes, em grande parte pelas condições meteorológicas, mas ainda assim estiveram acima da norma. Em função disso, a Comissão Europeia abriu um processo contra Portugal. Na resposta que Portugal tem de enviar a Bruxelas até finais de Março, o Governo vai invocar a possibilidade de uma isenção temporária do cumprimento dos valores-limite de poluição - algo que a legislação europeia permite, caso estejam em curso programas de melhoria da qualidade do ar.
No ano passado foram aprovados planos neste sentido para as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Agora, o Governo quer pô-los em prática, através de um programa de execução. Os protocolos hoje assinados com 12 autarquias da zona de Lisboa integram esse programa.
Neles, as câmaras comprometem-se a adoptar medidas, muitas delas a curto prazo, algumas até 2012. 
Para Francisco Ferreira, investigador da Universidade Nova de Lisboa e coordenador do plano de melhoria da qualidade do ar para a região, o envolvimento de todas as câmaras é essencial. Mas a qualidade do ar não vai melhorar se as acções para a capital não funcionarem. "As medidas de Lisboa são vitais", afirma Francisco Ferreira, também vice-presidente da associação ambientalista Quercus.
Em Setembro passado, a Câmara de Lisboa comprometeu-se, num protocolo com a CCDR-LVT, a pôr em prática 17 medidas para reduzir a poluição dos automóveis. Mas o grupo de trabalho previsto para avaliar o cumprimento do protocolo, que deveria ter entrado em funcionamento em Outubro, nem sequer foi ainda criado. Segundo informação da assessoria de imprensa da CCDR-LVT, "o grupo de trabalho está em formação neste momento e vai reunir-se em breve".

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A Toyota inova

A Toyota equipará o Prius com painés solares fotovoltaicos 

11 de Janeiro de 2009

A Toyota confirmou à Energías Renovables que “o novo Prius terá uma versão com painéis solares no tejadilho, mas que nem todos os levarão.  Será uma opção mais dentro da gama Prius”. 

A Toyota ira produzir o Prius com painéis solare no tejadilho em 2010

Com esta iniciativa a Toyota Motor Corporation poderia converter-se no primeiro fabricante a nível mundial a usar energia solar num dos seus veículos. Os detalhes sobre a colocação de painéis solares fotovoltaicos na próxima geração do híbrido Prius ainda são um segredo industrial. Por agora não há informações sobre que tipo de módulos fotovoltaicos serão instalados ou qual será a sua potência. Outra das incógnitas é para o que se utilizará a energia produzida pelos módulos: se a electricidade apoiará o sistema híbrido de propulsão que equipa o Toyota Prius, ou se se destinará à alimentação de sistemas periféricos de baixa potência como o climatizador ou o equipamento de música.

Segundo o jornal japonês Nikkei, a Toyota já estaria pronta para colocar painéis solares no primero protótipo “solar” do Prius, uma ideia que não é nova e que se tem vindo a aperfeiçoar desde a saída para o mercado dos primeiros Prius. De acordo com a informação publicada por aquele diário, os painéis solares fotovoltaicos serão fabricados pela Kyocera Corporation.

Mais informação: www.toyota.es

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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Alô? Estás por aí à escuta? Transmite!

Automóveis vão comunicar entre si

A Comissão Europeia acaba de libertar as frequências de rádio indispensáveis à entrada em funcionamento de uma rede de comunicação entre veículos. O objectivo é reduzir a sinistralidade automóvel.

João Ramos - Expresso, Quinta-feira, 7 de Ago de 2008 | 20:52

Bruxelas deu luz verde a uma velha aspiração da indústria automóvel, ao anunciar no dia 5 de Agosto a reserva de uma banda de frequência (5,85 a 5,92 GHz) para os sistemas de comunicações sem fios entre veículos.

Uma aplicação que será particularmente útil quando um automóvel avaria e fica imobilizado numa curva sem visibilidade. Com a tecnologia WAVE (Wireless Access for the Vehicular Envoronment) estiver a funcionar - 2013 é a data prevista - os condutores dos veículos são avisados a tempo de evitar uma colisão porque são alertados para a existência de um obstáculo algumas centenas de metros à frente.

Outra aplicação possível do sistema é o aviso da existência de engarrafamentos.

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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Outra visão do carro eléctrico

Afinal corre tudo sobre rodas...

(Aqui há gato!)

Automóvel: Negociações entre consórcio da Renault-Nissan e o Governo corre "a bom ritmo" - Manuel Pinho

2008-08-04 19:46:53 - ICO/Lusa/Fim

Lisboa, 04 Ago (Lusa) - As negociações entre o consórcio liderado pela Renault-Nissan e o Governo para estudar o modelo de mobilidade dos carros eléctricos estão a correr "a bom ritmo", garantiu hoje o ministro da Economia.

Em declarações à Lusa, Manuel Pinho afirmou que as negociações estão a ser concluídas e a correr "conforme esperado" por ambas as partes e salientou que "o esforço português tem sido muito elogiado a nível internacional".

O consórcio apresentado no início de Julho para estudar o modelo de mobilidade dos carros eléctricos em Portugal envolverá a EDP, empresas da rede de auto-estradas, supermercados e o sector da banca.

De acordo com Manuel Pinho, o prazo de quatro meses dado na ocasião para a conclusão dos trabalhos deste consórcio deverá ser respeitado.

As empresas do consórcio irão estudar em que moldes irá nascer no país a rede de infra-estruturas necessárias para trocar ou carregar as baterias utilizadas por este tipo de veículos, que deverão chegar ao mercado português em 2010/2011. "O nosso objectivo é criar as bases de uma plataforma que introduza em larga escala os veículos movidos a motor eléctrico de forma a reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e diminuir as emissões de carbono", disse o ministro.

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publicado por ehgarde às 21:55
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Viva a idiotice!

Ora aí está: o que é bom deve manter-se. Nem que 99 % das pessoas sofram para que 1 % se divirta! Viva a idiotice!!! 

Ferrari bio-fuel

04-08-2008 10:30:00 - Rebecca Cook/Reuters

A Ferrari aderiu aos veículos movidos a energias alternativas e reconhece a importância de ser amiga do ambiente. Esta versão bio-fuel do seu F430 Spider pretende dar resposta à onda de críticas encabeçadas por organizações ambientalistas, que condenam os construtores de automóveis desportivos por continuarem a fabricar veículos que consomem várias vezes mais do que um utilitário e emitem muito mais gases para a atmosfera do que o desejável. Mas a Ferrari, a Lamborghini e seus rivais defendem que desenvolvem uma arte que precisa de ser protegida.

 

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publicado por ehgarde às 14:41
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Ora bolas!!!

 Ora bolas! E eu, que pelas notícias anteriores, já via o Renault-Nissan a circular por essas inúmeras AE's que rasgam de lés-a-lés nosso jardim à beira-mar plantado!  

Investimento industrial da Renault-Nissan em risco

Carro eléctrico sem impacto na economia
04.08.2008 - 09h07 - Por Lurdes Ferreira

Daniel Rocha (arquivo "Público")

Empresas interessadas na rede logística de baterias estão insatisfeitas com a pequena dimensão do projecto e com a perspectiva de exclusividade para o grupo de Carlos Ghosn

A fasquia para a introdução dos carros eléctricos em Portugal pode ficar abaixo do seu "patamar mínimo" e não ter impacto na indústria nacional.

O PÚBLICO apurou que as negociações com a Nissan-Renault, para uma parceria para estes veículos limpos, se encaminham para uma versão "reduzida", ficando-se apenas pela sua comercialização, sem qualquer produção industrial associada.

O risco de desmobilização de várias empresas portuguesas, que se propunham avançar com uma rede logística de carregamento e substituição de baterias para os carros eléctricos, também é considerado real por parte de alguns dos seus promotores.

Apontam-se, neste momento, vários pontos de pressão, incluindo-se uma crítica ao ministro da Economia, Manuel Pinho, por deixar cair esta oportunidade para captar novo investimento industrial.

As negociações entre o Governo português e a Renault-Nissan arrancaram em Março, visando uma série de investimentos que acelerassem a investigação, desenvolvimento e produção de carros eléctricos, de componentes, nomeadamente motores e baterias, sendo para isso necessárias também infra-estruturas específicas que os projectos automóveis convencionais não incluem. Este era o plano "óptimo".

O "patamar mínimo", nestes termos, limitar-se-ia, na perspectiva portuguesa, à produção de baterias, implicando um provável aumento da produção da fábrica de Cacia. No final de Junho, já se reconhecia o risco de esse objectivo não se encaixar nos planos do construtor, que excluiria Portugal da rota prioritária de países europeus com os quais quer formar parcerias para a investigação e desenvolvimento destes seus novos modelos ainda centrados na utilização citadina.

Em cima da mesa está agora uma versão que, para quem conhece as negociações, é um projecto basicamente de "retalho" - importação e venda de carros eléctricos da Nissan-Renault -, com alguma antecipação em relação à concorrência e para o qual o construtor quer rede logística exclusiva e incentivos para o projecto.

O protocolo assinado dia 9 de Julho passado entre o primeiro-ministro, José Sócrates, e o líder da Nissan-Renault, Carlos Ghosn, já é nesse sentido que vai. O estudo de viabilidade do projecto, que deverá ser conhecido em Novembro, aponta para a importação de quatro mil veículos em 2011.

Dentro do consórcio formado pela EDP, Galp, Brisa, Efacec, Martifer, Jerónimo Martins e Sonae, para a construção da rede de recarregamento e substituição das baterias eléctricas, o clima é de cepticismo. Feitas as contas, a perspectiva de uma rede logística para apenas quatro mil veículos, quando inicialmente se falava numa margem entre quatro mil a onze mil carros, acrescendo o facto de a Renault-Nissan querer um sistema exclusivo, não agrada.

"Não tem dimensão, ninguém vai fazer [a rede] e não faz sentido ser exclusiva de uma marca. O sistema deve ser aberto", defende um dos gestores ligado ao projecto, esperando que o Governo associe outras marcas à iniciativa, nomeadamente a VW e a BMW, também a desenvolverem veículos híbridos.

As empresas alertam ainda para o risco de os municípios olharem para este tipo de projectos como uma nova fonte de receita, o que pode onerar o custo do investimento e o acesso ao financiamento.

Apesar de contactado o gabinete do ministro da Economia, não foi possível obter qualquer comentário de Manuel Pinho por se encontrar em férias.

Menos receita fiscal

O investimento em carros eléctricos tem duas grandes implicações, o que faz com que as políticas governamentais o tratem ainda com desconforto: seca a receita fiscal que o sector automóvel garante ao Orçamento do Estado e exige outros investimentos a montante, nomeadamente na rede eléctrica, de modo a garantir que a energia fornecida às baterias é também limpa e não produzida a partir do carvão e do gás natural.

Quantos mais carros eléctricos circularem, menos o Estado cobra em Imposto sobre Veículos (os carros eléctricos estão isentos) e Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (não usam combustíveis fósseis), responsáveis por cerca de 10 por cento das receitas fiscais totais.

sinto-me:
publicado por ehgarde às 14:04
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Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Ainda os carros eléctricos

Mas que confusão!

 

Pedidos esclarecimentos ao primeiro-ministro

Quercus: carros eléctricos estão isentos de imposto automóvel, ao contrário do que disse Sócrates

11.07.2008 - 11h30 Lusa

A Quercus exigiu hoje esclarecimentos ao Governo sobre o pagamento de imposto automóvel nos carros eléctricos, dado que a lei já isenta estes veículos, ao contrário do que diz ter sido a ideia passada pelo primeiro-ministro na cerimónia de assinatura do memorando de entendimento entre o Estado e a Renault-Nissan para a comercialização de um veículo com essas características em Portugal a partir de 2011.
Na terça-feira, o primeiro-ministro afirmou que o Executivo iria estudar um modelo fiscal para permitir que os futuros carros eléctricos, sem emissões poluentes, possam pagar menos do actual imposto automóvel.
"Se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 % do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 % uma componente ambiental. O Governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente", disse José Sócrates.
A associação ambientalista considera que "há dois erros na afirmação do primeiro-ministro: a componente ambiental representa 60 por cento e não 70 % do cálculo do imposto e um veículo eléctrico está isento dos impostos".
Contactado pela Lusa, fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro disse que Sócrates quis valorizar o facto de Portugal ter uma taxa de imposto automóvel "das mais favoráveis da Europa para promover veículos amigos do ambiente".
"Quando se referiu aos 30 % de pagamento sobre a cilindrada do imposto automóvel [o primeiro-ministro] estava a referir-se ao caso de se aplicar o regime geral. Mesmo nesse caso, no regime geral, pagaria apenas 30 %", defendeu o assessor de imprensa de José Sócrates.
Segundo um comunicado da Quercus enviado hoje à Lusa, "um veículo eléctrico está isento tanto de Imposto sobre Veículos como de Imposto Único de Circulação".
Para esta afirmação os dirigentes ambientalistas basearam-se na lei que cria o Código do Imposto sobre Veículos (antigo imposto automóvel) - de Junho de 2007 -, que refere no artigo 2.º que os veículos exclusivamente eléctricos não pagam este imposto.
"Estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos: Veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias não combustíveis", refere o artigo.
No que respeita ao Imposto Único de Circulação, a mesma legislação isenta os "veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis" do pagamento dessa taxa.
A Quercus defende que os veículos eléctricos devem continuar nos próximos anos "a merecer um tratamento preferencial", continuando a beneficiar deste regime de isenção.
O gabinete do primeiro-ministro garantiu à Lusa que os veículos eléctricos "não pagam nem passarão a pagar [impostos automóvel e de circulação]". "Antes pelo contrário. O Governo está empenhado em criar um regime fiscal ainda mais favorável para os veículos eléctricos", afirmou a mesma fonte.

(Mesma notícia aqui)
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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Já devia ter desconfiado!

Quando a esmola é grande o santo desconfia!

Eis as respostas (?!?) às questões que o meu anterior post sobre este assunto suscitou: "com papas e bolos..."

 

Acordo para o desenvolvimento de automóvel eléctrico a comercializar em 2011

Sócrates: memorando entre Governo e Renaul-Nissan é resposta a choque petrolífero

09.07.2008 - 11h19 - Por Eduardo Melo

In "Expresso"O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que o memorando que o Governo concretizou com a Renault-Nissan para o desenvolvimento de um veículo movido apenas a electricidade é uma resposta ao actual terceiro choque petrolífero.
Apesar de estar quase tudo ainda por fazer, em particular a instalação da unidade de produção do veículo, a criação de pontos de abastecimento e o desenvolvimento do modelo actual da Renault-Nissan, Sócrates anunciou a comercialização do automóvel no espaço de três anos.
“O Governo português luta por menor dependência do petróleo. O Governo português está empenhado numa orientação estratégia que reduza a dependência energética face ao petróleo”, insistiu o chefe do Governo, lembrando, ainda, que é de uma geração que viveu os três choques petrolíferos e que desta vez não irá ficar parado. “Não aceitamos ficar parados e faremos tudo para alterar o actual paradigma energético”, defendeu o primeiro-ministro. “Queremos aumentar a autonomia do país a nível energético para que no futuro as novas gerações de portugueses possam tomar as suas decisões” com mais autonomia e que não fiquem amarrados ao petróleo, frisou.
Sócrates recordou que quando assumiu o Governo o preço do barril de petróleo estava nos 50 dólares (31,83 euros). Hoje, esse valor quase triplicou. “Há um ano, a primeira vez que se ouviu falar da expressão ‘subprime’ (crédito de alto risco) na comunicação social” o preço já tinha subido para os 70 dólares (44,56 euros). Hoje, está no dobro desse valor, recordou, sublinhando que a alta dos preços tem de ser combatida com mais eficiência energética.

 

(Ver também aqui)


Memorando entre Governo e Renault- Nissan

Sócrates: automóveis eléctricos irão pagar apenas 30 % do imposto automóvel

09.07.2008 - 12h20 - Por Lusa, PÚBLICO

Reuters (arquivo)
EDP, Galp, Efacec, Martifer, Sonae, Jerónimo Martins e instituições financeiras são alguns dos parceiros dos carros eléctricos do futuro

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou hoje que o Governo está a estudar um modelo fiscal para permitir que os futuros carros eléctricos, sem emissões poluentes, possam pagar 30 % do actual imposto automóvel.
O anúncio de Sócrates foi feito na cerimónia de assinatura de um memorando entre o Governo e a Renault-Nissan para a comercialização em Portugal de um veículo eléctrico a partir de 2011.
"Se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 % do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 % uma componente ambiental. O Governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente", disse.
Além de vantagens ao nível do preço, o chefe do Governo declarou que caberá ao executivo criar uma rede de infra-estruturas que permita ao consumidor abastecer sem dificuldade o seu carro eléctrico.
"Penso que em pouco tempo seremos capazes de criar essas infra-estruturas para carregar ou substituir a bateria do carro eléctrico", disse. Há várias empresas portugueses que já terão sido contactadas e que podem contribuir para acelerar a introdução de veículos eléctricos em Portugal. Desde logo, a eléctrica EDP, a petrolífera Galp, que possui centenas de postos de abastecimento de combustíveis espalhados pelo país, a empresa de equipamentos eléctricos e electrónicos Efacec, a Martifer, instituições financeiras e redes de supermercados da Sonae e Jerónimo Martins.
O primeiro-ministro demonstrou o desejo de Portugal ser o "laboratório dos futuros carros eléctricos" e de receber tanto o investimento da Renault-Nissan como de outros construtores automóveis.
O protocolo assinado com o grupo franco-japonês prevê que o Governo "proporcione as condições para que o consumidor de um veículo eléctrico não tenha qualquer desvantagem em preços ou mobilidade.
Em relação à aposta nestes veículos sem emissões poluentes, o primeiro-ministro sublinhou que "Portugal está na linha da frente desta aventura com a Dinamarca e Israel", ponto em que aproveitou para deixar uma crítica à União Europeia. "Espero que, no futuro, possamos estar acompanhados pela Europa. Lamento que a Europa ainda não tenha apostado mais neste domínio e não esteja a ser mais ambiciosa, por que não podemos continuar passivos por muito mais tempo", declarou.
De acordo com o memorando de entendimento agora assinado, o Governo português vai estudar conjuntamente com a Renault-Nissan a forma de criar condições adequadas para os veículos eléctricos serem uma oferta atractiva para os consumidores portugueses.
Caberá também ao executivo contribuir para o desenvolvimento das infra-estruturas e organizações necessárias para criar uma ampla rede de estações de carga para os veículos eléctricos, a nível nacional, assim como identificar os canais mais eficazes de comunicação e educação para sensibilizar para a importância destes modelos, que permitem reduzir as emissões.
As negociações entre o Governo e a Renault-Nissan arrancaram em Maio e com este protocolo o objectivo será promover a mobilidade com zero emissões no país.

 

(Ver também aqui e aqui)

 

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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

Carro eléctrico - sem carris

1. Quanto custa?

2. Qual é a duração das baterias?

3. E quando elas não carregarem mais, o que acontece (quem paga a troca)?

Hummm, a história está longe de estar completa...

 

Modelo será apresentado em Portugal na quarta-feira

Basílio Horta: novo automóvel eléctrico da Nissan-Renault "vai revolucionar" mercado

07.07.2008 - 17h42 - Por Lusa

Rebecca Cook/Reuters (arquivo)

O investimento da Nissan-Renault não está garantido que se concretize em Portugal, apesar do empenho da AICEP

O presidente da Agência para o Comércio Externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta, considera que o novo automóvel eléctrico, que o consórcio Nissan-Renault apresenta na quarta-feira em Portugal, "vai revolucionar" o mercado automóvel e a economia dos combustíveis.
"A Nissan-Renault vai apresentar o modelo eléctrico do seu automóvel que vai revolucionar todo o mercado automóvel e inclusivamente a economia dos combustíveis", frisou hoje Basílio Horta, à margem da colocação da primeira pedra da nova fábrica da Nestlé Waters Direct, em Coruche.
O modelo "tem uma autonomia para 200 km e anda como se fosse um carro a gasolina", de acordo com o presidente da AICEP, que classifica a iniciativa de "um momento importante, dia 9 de Julho, nesta conjuntura, são momentos de esperança dentro de um clima que não é tranquilo". "E vai fazer a apresentação em Portugal. O que é muito interessante, por um lado, pela apresentação ser feita em Portugal e, por outro lado, porque estou convencido que esta circunstância abrirá possibilidades de investimento relacionados com esse projecto", detalhou Basílio Horta, ressalvando que "é a possibilidade, não é a certeza de algum investimento relacionado com esse modelo ser feito aqui".
Reconhecendo ter tido contactos nesse sentido, o presidente da AICEP garantiu que dará o "máximo do apoio possível" para concretizar o investimento.

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publicado por ehgarde às 18:19
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