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Sexta-feira, 6 de Junho de 2008

Tua, mais uma vez

Aluimento de trincheira

Novo acidente na Linha do Tua faz dois feridos

06.06.2008 - 12h55 Carlos Cipriano
O aluimento de uma trincheira provocou esta manhã, cerca das 12h00, um novo acidente na linha ferroviária do Tua, de que resultaram dois feridos ligeiros.
O acidente só não foi mais grave porque a automotora descarrilou para o lado oposto do rio. Na composição seguiam dois ferroviários (um maquinista e um revisor) e quatro passageiros.
A Refer mandou encerrar a linha ao tráfego e pondera agora fazê-lo de forma definitiva.
No último ano e meio houve três acidentes na Linha do Tua. O mais grave, em Fevereiro de 2007, fez três vítimas mortais.

O acidente foi causado pelo aluimento de uma trincheira (In Público)

Bragança: Descarrilamento de carruagem do metro de Mirandela provocou dois feridos ligeiros

Tua, Bragança, 06 Jun, 13h06m (Lusa) - Uma carruagem do metro de Mirandela descarrilou hoje de manhã exactamente na mesma zona da linha do Tua onde já ocorreram dois acidentes desde Fevereiro de 2007, provocando dois feridos ligeiros.

O presidente do metro de Mirandela, José Silvano, afirmou à Lusa que há apenas a registar um ferido, o maquinista, que sofreu um traumatismo no sobrolho.

Contactada pela Lusa, fonte dos Bombeiros de Alijó salientou, contudo, que aquela corporação transportou um ferido que acusava "dores nas costas" até ao centro de saúde de Alijó para avaliação.

O acidente ocorreu cerca das 12:00, envolvendo uma carruagem do metro que fazia a ligação daquela cidade ao Tua, a quatro quilómetros do final da viagem.

O presidente do metro não soube precisar o número de ocupantes no veículo, nem as circunstâncias em que ocorreu o acidente, tendo apenas referido que "a carruagem descarrilou e ficou caída na berma da encosta".

O responsável considerou ainda prematuro pronunciar-se mais sobre o assunto sem conhecer as conclusões de um relatório que será efectuado sobre o acidente.

No entanto, José Silvano estranhou que cada vez que a linha reabre aconteçam passado pouco tempo acidentes no mesmo local, que já foi alvo de intervenções de segurança por parte do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e da Refer (proprietária da linha).

Em 120 anos de existência, a linha do Tua nunca tinha registado acidentes graves até 12 de Fevereiro do ano passado, quando descarrilou uma carruagem do metro de Mirandela por uma ravina de 60 metros para o rio, matando três pessoas.

A linha esteve encerrada entre Abrunheda e o Tua quase um ano e foi alvo de diversas intervenções, tendo reaberto no final de Janeiro.

Passado pouco tempo, em Abril, houve mais um acidente com uma dresina (veículo de segurança), tendo provocado dois feridos.

A linha voltou a encerrar no mesmo troço, tendo apenas reaberto no dia 23 de Maio.

Os passageiros que hoje seguiam na carruagem do metro tiveram que fazer os últimos quatro quilómetros a pé até à estação do Tua.

HFI/PLI

Lusa/fim


Porque será que agora, desde que se fala numa Barragem para a zona, as pedras decidiram cair para a linha - coisa que não aconteceu durante mais de 100 anos enquanto os terrenos da zona não valiam um centavo?!?

Serão estas as faladas "razões de interesse público"?

sinto-me:
publicado por ehgarde às 13:27
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Esta g€nt€ tem cá uma lata!!!

Com que então "o comboio poderá ser uma alternativa"?!?

TGV e aeroporto em discussão
JN, 2008.04.23
(...) O outro dossiê a merecer objecto de discussão entre Rui Moreira e José Sócrates será o Transporte de Grande Velocidade (TGV) entre Porto e Lisboa. "Estamos a aguardar uma resposta do Governo. Como a A1 está congestionada e as ligações aéreas demoram mais do que seria razoável, o comboio poderá ser uma boa alternativa", concluiu.

Será que os "empresários do Norte" (e dos outros quadrantes da rosa-dos-ventos) não têm consciência da realidade - e que não seriam empresários se não houvesse a mole disforme dos consumidores que lhes dão o sustento?
E que essa mole também se tem de deslocar - e não o faz de avião por razões óbvias?
sinto-me:
publicado por ehgarde às 09:15
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

A linha ferroviária do Tua e o fundamentalismo do betão

segunda-feira, 21 de Abril de 2008, http://static.publico.clix.pt/carga_transportes/noticias.asp?id=1326417&idCanal=1670

 A barragem do Rio Tua pode ser um investimento interessante para a empresa que a vai explorar, a EDP, mas provocará, sem dúvida, uma perda irrecuperável do transporte público, da paisagem e da agricultura de Trás-os-Montes, que se tornará mais pobre e despovoada.

Rui Rodrigues, http://www.maquinistas.org
A linha de via estreita do Tua foi construída no final do século XIX e início do século XX, desde a foz do Rio Tua até Bragança, numa extensão total de cerca de 133,8 quilómetros (Km), tendo sido desactivado o troço de Mirandela a Bragança, de 81 Km, no ano de 1991. A construção da linha desde a Foz do Tua até Mirandela, sobretudo os vinte quilómetros iniciais, comparável a algumas vias nos Alpes, foi uma obra de muito difícil execução, tendo sido concluída em 1887. Durante vinte anos, Mirandela foi o fim da linha mas, a partir de 1905, chegou a Bragança o que, naquela época, representou uma grande melhoria da mobilidade para as populações daquela região.

O encerramento do troço de Mirandela a Bragança foi envolvido em polémica, pois foram gastos 300 mil contos (1 milhão e meio de Euros) pouco tempo antes do seu fecho, em 1991. Ficou por explicar esta despesa, sobretudo pelo facto de uma capital de distrito de Portugal ter ficado sem via férrea. Na altura houve alguma contestação, que quase desapareceu, após várias promessas de substituição do comboio por autocarros nas povoações afectadas. Infelizmente, passados cerca de 18 meses, após o encerramento da via, também os autocarros foram suprimidos e as populações ficaram sem qualquer transporte público.

O transporte de mercadorias que o comboio facultava foi outra das grandes perdas para aquela região. Esta é, aliás, uma das maiores queixas de algumas povoações. Para se ter uma ideia desta situação basta dizer que um construtor perto de Azibo (30 km a norte de Mirandela), para encomendar cimento, só pelo serviço do transporte de camião até ao Pocinho, paga cerca de 500 euros. Outro tipo de mercadorias, tais como adubos, cereais, cortiça etc., eram transportadas por via férrea. A perda deste modo causou graves danos na economia local e as consequências, hoje, são visíveis porque o abandono das estações ferroviárias, que existiam, provocaram desemprego e emigração e consequente despovoamento.

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA BARRAGEM

Recentemente foi anunciada a intenção da construção de uma barragem no Rio Tua, o que poderá representar o desaparecimento do único troço ainda em funcionamento da linha, com mais de 120 anos de existência. A linha ferroviária do Tua ficará praticamente toda submersa, se for aprovado o projecto da EDP para a construção da barragem, com uma cota de 195 metros. Mesmo que se opte pela cota mínima, os últimos 15 quilómetros da via do lado da Foz do Tua irão desaparecer.

Para a EDP que a irá explorar, pelo período de 75 anos, este é um investimento interessante, porque a nova barragem terá uma capacidade de 324 megawatts, embora, neste caso, a energia eléctrica que vai ser produzida seja insignificante para colmatar as necessidades do País. Uma das ideias que têm sido propostas, antes de se construir novas barragens, seria aumentar a potência das que já existem, o que permitirá, com baixos investimentos, obter maiores proveitos.

Um dos problemas de Portugal é a baixa eficiência energética, devido aos grandes desperdícios que se verificam no nosso país. Esta deveria ser a maior aposta a cumprir nos próximos anos. A nova barragem só iria criar postos de trabalho durante a sua construção. Terminada esta, o número de pessoas necessárias será quase nulo.

Os grandes prejudicadas com este projecto são, sem dúvida, as populações locais, uma vez que o encerramento definitivo da linha do Tua vai eliminar um serviço público de transporte, no acesso ao Porto (via linha do Douro) e a Mirandela. Outra consequência consistiria na perda de rendimento para os agricultores, vinicultores e outros trabalhadores agrícolas na inundação das terras que são a sua única base de sustentação económica. O turismo seria afectado porque, actualmente, a linha do Tua atrai milhares de visitantes nacionais e estrangeiros.

O turismo e agricultura da região são duas actividades não deslocalizáveis que a região não pode perder; caso contrário, toda aquela zona do país ficará mais pobre. Se a linha do Tua desaparecer, provavelmente vão ocorrer as mesmas consequências que se verificaram no troço encerrado entre Mirandela e Bragança, onde algumas promessas feitas às populações não foram cumpridas.

A construção de uma barragem gera sempre impacte ambiental e cada caso é um caso, sendo este bastante digno de estudo e de ponderação.

A LINHA DO TUA E O TURISMO

Estão previstos alguns investimentos, em Espanha, que indirectamente irão beneficiar a região de Trás-os-Montes. Nos próximos anos, com a conclusão da nova rede ferroviária espanhola, vai ser possível ligar Madrid a Puebla de Sanábria, em 1 hora e 40 minutos e a capital espanhola a Salamanca, em 1 hora e 30 minutos. Está também prevista a reabertura do troço de Fuente de S. Estéban até Barca de Alva, que ligará a fronteira portuguesa a Salamanca. Se do lado português for reaberta a via desde Barca de Alva até ao Pocinho, a linha do Douro terá ainda maiores potencialidades turísticas.

Quanto mais tráfego tiver a linha ferroviária do Rio Douro e melhor funcionar, maior beneficio resultará para a linha do Tua, que dela depende, e que já foi considerada, por revistas estrangeiras, como uma das cinco mais belas linhas turísticas da Europa. Em Portugal, existem poucos locais com aquela beleza, sendo difícil descrever, por palavras, os cerca de 54 quilómetros de via férrea, que separam Mirandela da foz do Tua, pois é uma experiência inesquecível, que fica na memória de qualquer visitante e com o desejo de um dia lá voltar. Para se ter uma ideia da beleza ao longo deste itinerário, podem-se ver as fotos no seguinte ‘site’: http://picasaweb.google.pt/rodrigues.rui1/LinhaDoTua03?authkey=rk1Bwb8VOgY


Já aqui me referi por várias vezes a este triste assunto...

sinto-me:
publicado por ehgarde às 18:08
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Há gente teimosa! E inconsequente.

Portugal ultrapassou em 2006 limites fixados por Quioto em 13 por cento
21.04.2008 - PÚBLICO (Ecosfera)

Já falta pouco para estarmos assim...

As emissões de gases com efeito de estufa de Portugal em 2006 ultrapassaram em 13 por cento o limite fixado pelo Protocolo de Quioto. A Quercus lamenta a “incapacidade” do país implementar o Programa Nacional para as Alterações Climáticas, em especial no sector do transporte rodoviário.

Segundo o Protocolo de Quioto, Portugal poderia aumentar as suas emissões destes gases em 27 por cento até 2012, por referência a 1990. Mas em 2006, esse aumento era já de 40 por cento.

Em 2006, as emissões atingiram 82,7 milhões de toneladas (sem incluir o uso do solo, alteração de uso do solo e floresta), significando uma emissão per capita de 8,27 toneladas/ano, segundo as contas da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza ao analisar os dados publicados na semana passada pela Convenção Quadro da ONU para as Alterações Climáticas.

Em 2006 registou-se no sector da produção de electricidade uma redução de três milhões de toneladas de dióxido de carbono entre 2005 e 2006 devido, em parte, a uma “forte redução das emissões no sector da produção de electricidade” – devido ao aumento da produção hídrica em 5700 GWh – e a uma redução das emissões na produção térmica. Além disso, houve ainda um incremento da produção de origem eólica de 1200 GWh.

No sector dos serviços houve uma redução do consumo de gasóleo e de gás butano e propano nos sectores dos serviços e residencial, “o que poderá, eventualmente, ser resultado do Inverno mais ameno que se fez sentir em 2006”. Tal significou uma redução de 1,1 milhões de toneladas de dióxido de carbono.

Estes dados, segundo a Quercus, “continuam a mostrar a dificuldade de Portugal em cumprir o Protocolo de Quioto”. A associação lamenta a “incapacidade de implementação de muitas medidas do Programa Nacional para as Alterações Climáticas para a redução das emissões, em particular na área do transporte rodoviário”. A política continua a “passar pela construção de mais estradas e auto-estradas, em detrimento de uma mobilidade mais sustentável”. 


Entretanto... prepara-se o fim da linha ferroviária do Tua - e não há meio de se alargar o número de troleicarros em circulação em Portugal.

sinto-me:
publicado por ehgarde às 23:13
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Ai, ai, até a Natureza parece estar a favor...

... do encerramento:

Descarrilamento na Linha do Tua faz três feridos

10.04.2008 - 13h03

Ao início desta manhã, a queda de uma barreira de sustentação provocou o descarrilamento de uma composição na Linha do Tua, fazendo três feridos, avançou a RTP.
Os três feridos estão a ser assistidos no Centro de Saúde de Alijó.


Acidente na Linha do Tua provocou três feridos ligeiros

2008-04-10 12:31:50 - Cristina Sambado, RTP

Imagem da Linha do Tua

Um acidente com uma máquina de manutenção de carris, em São Mamede de Riba Tua, provocado pelo desabamento de uma barreira de sustentação, provocou três feridos ligeiros e interrompeu a circulação na Linha do Tua.

O acidente aconteceu ao início da manhã ao quilómetro 2,5 no sentido Tua – Mirandela e envolveu uma máquina utilizada para o serviço na linha, a chamada Dresin.

Os três feridos, trabalhadores da REFER empresa proprietária da linha, foram transportados para o centro de Saúde de Alijó de onde foram transferidos para o Hospital de Vila Real.

Três mortos e dois feridos em acidente há um ano

A 12 de Fevereiro de 2007, um desabamento de pedras fez descarrilar uma carruagem do Metro de Mirandela, que fazia a ligação entre o Tua e Mirandela, com cinco pessoas a bordo.

A carruagem tinha saído no final do dia 12 de Fevereiro da estação do Tua em direcção a Mirandela e transportava dois passageiros, um funcionário da CP que terminara o dia de trabalho na estação do Tua, o motorista e um revisor.

No acidente ficaram feridos os dois passageiros, ambos estudantes, e morreram o motorista e o revisor funcionários do metro de Mirandela, e o funcionário da CP.

sinto-me:
publicado por ehgarde às 13:56
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Sábado, 5 de Abril de 2008

Antes que vá tudo por água abaixo...

Já aqui escrevi sobre o assunto. Mas (ainda) nunca é demais voltar ao tema, numa altura em que se acaba de adjudicar a barragem que vai submergir a Linha do Tua.

A partir daqui a linha vai ser afogada! (Foto António Amorim)

Assim, e enquanto não vai visitar in loco esta fantástica linha ferroviária - antes que vá por água abaixo - ficam aqui alguns apontadores para uma (pequena) visita virtual:

-> MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua;

-> TUA - rio, linha, barragem;

-> Linha do Tua / Tua Line, fotos de 21 de Março de 2003;

-> História da Linha do Tua (site da C. M. de Mirandela).

Boa viagem!

sinto-me:
publicado por ehgarde às 15:19
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Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Antes que seja tarde - e qua a linha do Tua seja afogada.

Por todas as razões e mais uma façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para preservar uma das mais belas linhas ferroviárias da Europa: a linha do Tua.

A linha do Tua é uma ferrovia de via métrica que liga a estação da Foz do Tua, inserida na Região do Douro Vinhateiro – Património da Humanidade (UNESCO – 2001), onde passa a Linha do Douro –, à cidade de Mirandela.

É uma obra-prima da engenharia portuguesa com 120 anos de história, cujo arrojo permitiu a passagem dos comboios pelos rochedos quase que intransponíveis do vale do Tua e pelas serras do Nordeste Trasmontano, movimentando todos os anos dezenas de milhares de turistas que aqui vêm de propósito para visitar o vale e viajar no comboio, em união com o turismo no Douro bem assim como milhares de outros passageiros, sobretudo locais, que não dispõem de outro meio de transporte para além do comboio, para as suas deslocações diárias – escola, centro de saúde, feiras.

Em 1990 a parte norte da linha - entre Mirandela e Bragança - foi encerrada ao tráfego e, embora subsista in loco, a sua reabilitação está inviabilizada.

Agora, e não obstante todo o valor que a Linha e o Vale do Tua representam a nível nacional e internacional, o Governo pretende impor, contra o parecer de vários organismos idóneos e contra o bom senso que a todos os governantes é exigido, a construção de uma barragem na foz do Tua, cujas cotas projectadas irão submergir a quase totalidade do restante da linha do Tua.

Uma das formas de colaborar para evitar que tal aconteça é assinar a petição on-line em http://www.petitiononline.com/tuaviva/petition.html dirigida aos Presidentes da República Portuguesa e da Assembleia da República Portuguesa, ao Governo da República Portuguesa, ao Presidente da Comissão Europeia e à UNESCO.

Vá lá, clique! Antes que a água a submerja!!


 

sinto-me:
publicado por ehgarde às 13:02
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